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Como reação a tarifaço de Trump, setor de data center apela ao governo por MP do ReData

Estado de São Paulo

O anúncio de um tarifaço pelo governo dos Estados Unidos alterou de forma abrupta o ambiente político e econômico internacional, exigindo respostas rápidas do governo brasileiro e do setor produtivo. Em meio a esse cenário, a Associação Brasileira de Data Center (ABDC) levou ao debate público a necessidade de acelerar a edição da Medida Provisória do ReData como instrumento estratégico de política econômica.


A manifestação da ABDC ocorreu quando o governo federal e a indústria nacional ainda avaliavam caminhos para mitigar os efeitos das novas tarifas. Nesse contexto, a TechReg estruturou uma estratégia de comunicação institucional voltada a inserir o setor de data centers no debate sobre comércio internacional, relações bilaterais e competitividade, evitando uma abordagem reativa baseada exclusivamente na reciprocidade tarifária.


Em entrevista à Coluna do Estadão, o presidente da ABDC, Renan Lima Alves, destacou que uma escalada tarifária teria efeitos negativos para ambos os países, especialmente em um setor altamente integrado a cadeias produtivas globais dominadas por empresas norte-americanas. Ao defender o avanço do ReData, Renan apresentou a política como um gesto concreto de racionalidade econômica e sinalização positiva para o diálogo comercial entre Brasil e Estados Unidos.


A reportagem também contextualizou o momento interno do governo brasileiro, marcado por restrições fiscais, debates sobre ajuste econômico e outras prioridades na agenda legislativa. Nesse cenário, o ReData foi apresentado como uma política capaz de antecipar efeitos da reforma tributária, atrair investimentos e fortalecer a posição do Brasil na economia digital, sem se confundir com outras iniciativas regulatórias em curso.


Ao longo da cobertura, a ABDC foi posicionada como fonte qualificada para tratar dos impactos econômicos, regulatórios e geopolíticos da medida, explicando as diferenças entre políticas voltadas à exportação de dados e aquelas destinadas ao fortalecimento do mercado doméstico de infraestrutura digital.


A presença do setor na Coluna do Estadão integrou um movimento mais amplo de exposição qualificada na imprensa política e econômica, resultado de um trabalho de articulação institucional e comunicação estratégica conduzido pela TechReg em Brasília. Esse esforço permitiu que o debate sobre o ReData fosse tratado não apenas como demanda setorial, mas como alternativa concreta em um momento de tensão comercial internacional.


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